E mais uma:
Que visão tão bela
é aquela que tenho
da amada que vejo
tirando seu véu?
Qual bela, qual corça, gazela formosa, beleza dengosa, manando seu mel.
Singela, na forma, dulcíssima encosta, colina de onde se avista o céu.
Delicada forma,
delicado rosto,
sem nome, tirando
da vida o fel.
Oh bela, formosa,
gazela dengosa,
qual abençoada
pelo anjo Miguel,
Trazei-me a esperança
de que minha vida
não seja cruel.
Fábio Peres da Silva
Escrito por FPS3000 às 11h17
[]
[envie esta mensagem]
De volta, aos pouquinhos, a gente chega lá ...
Conto sem fim III
... nascer, crescer (ou não), amadurecer (ou não), casar-se (ou não), ter filhos (ou não), viver mais um pouco, envelhecer, viver ainda mais um pouquinho, e deixar que o mundo se repita; afinal era esse mesmo o ciclo que se repetia todos os tempos, sem direção nem sentido, numa sequência, embora não absoluta:
FPS, 20/09, 14:45
Escrito por FPS3000 às 11h16
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|